1. Skip to Menu
  2. Skip to Content
  3. Skip to Footer>

Ultimas noticias

  • Uma resposta mais profunda para um desastre mais agudo

    O desespero no Haiti vai além do terremoto e tem que ver com pobreza

     

    Na sequência do terremoto do Haiti, muita atenção tem sido dada a vários comentaristas loquazes que têm buscado lançar a responsabilidade pelo desastre e devastação seja sobre Deus ou o diabo. Mas a consequência imediata de tal evento provavelmente não seja a circunstância mais adequada sobre que discutir teologias alternativas do sofrimento. Em vez disso, estes dias e semanas deviam ser a respeito de uma teologia de compaixão e serviço -- e sobre pôr essa teologia em prática.

    Assim, ao fazermos nossas doações, ao nossas comunidades participarem em iniciativas de levantamento de fundos e ao obreiros de socorro fazerem o seu melhor para aliviar o sofrimento sobre o terreno no Haiti, vale considerar por que devemos nos preocupar com essa tragédia. Especialmente quando, em alguns ambientes, até isso parece estar aberto para debate.

    O destacado blogger da ESPN, Paul Shirley, foi retirado do site após insistir que o povo do Haiti não "merecia" assistência. "Eu sinto náuseas ante a noção de que SE ESPERA que eu faça alguma coisa", escreveu Shirley. "Gostaria de ajudar, mas somente se sentir que minha assistência é merecida e justificada".

    Lamentavelmente, os seus comentários e muitas das respostas positivas a eles revelam uma triste ignorância sobre a natureza da pobreza. E a escala de destruição, morte e desespero no Haiti diz muito mais respeito a pobreza do que ao terremoto em si. O terremoto que abalou o Haiti em 12 de janeiro trouxe extrema tensão e um ponto de interrogação de partir o coração -- bem como atenção maciça da imprensa -- a uma situação já desesperadora e trágica.

    E é exatamente por isso que o impacto do terremoto tem sido tão severo. A pobreza não é somente a ausência ou pouca disponibilidade de dinheiro, é a falta de recursos, oportunidades e escolhas. A pobreza conduz a um enfoque sobre a mera sobrevivência hoje, antes que sobre struir vidas em formas que possam ser mais resistentes aos inevitáveis desastres da vida. A pobreza é opressão da mente, corpo e espírito. Tende a esmagar a esperança, energia e empenho. A pobreza significa que lares e edifícios públicos são muitas vezes mal construídos, a infra-estrutura é limitada e o valor da vida humana diminuída. Tudo isso já existia antes da catástrofe ser televisionada.

    Num lugar como o Haiti, esta pobreza é em grande medida tomada como fato assentado. É um conjunto complicado de questões envolvendo economia, política, história, cultura e sociedades -- tópicos não tão facilmente noticiados no noticiário noturno. Em geral, a mídia -- e a maior parte de nossa atenção -- somente ressalta os quadros dramáticos e relatos extra-traumáticos. E a maior parte do tempo não falamos ou pensamos sobre as lentas tragédias que são muito maiores do que qualquer terremoto ou outros eventos que ocupam as manchetes.

    Sim, precisamos dar e trabalhar para aliviar o sofrimento imediato na sequência do terremoto do Haiti. E, sim, Paul, espera-se que façamos alguma coisa -- mas não somente esta semana ou este mês. Devemos fazer algo muito maior para confrontar a pobreza constante do Haiti e em tantas outras partes do mundo. Isso pode reduzir o impacto de desastres futuros bem como aliviar o sofrimento diário de tantas pessoas por todo o mundo.

    Isso é parte da condição humana. Como uma escritora em minha tradição confessional declarou, "Todos somos tecidos juntos na rede da humanidade. O mal que sobrevem a qualquer parte da grande fraternidade humana traz perigo a todos" (Ellen White, "A Ciência do Bom Viver", pág. 345).

     

    E a Bíblia nos oferece uma motivação ainda mais elevada: "O que oprime ao pobre insulta ao seu Criador; mas honra-o aquele que se compadece do necessitado". (Provérbios 14:31).

    -- Nathan Brown é redator de Signs Publishing Company em Warburton, Victoria, Austrália, e autor do livro "7 Reasons Life is Better With God" [7 Razões Por Que a Vida É Melhor Com Deus" (Review & Herald Publishing, 2007).

    Referência:

    news.adventist.org

     {jcomments on}

  • Igreja do Futuro

     Recebi esse video do nosso amigo Alexandre e achei bem interessante o que o Pr. Bill está fazendo em seu distrito e vem dando certo. O que nós devemos fazer para trabalhar mais para Deus, será que estamos trabalhando o suficiente?

    A Visit to Tulsa Adventist Fellowship from Dave Gemmell on Vimeo.

     

  • Nisto Cremos

    Postarei de Forma Resumida as 28 Doutrinas da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

    Se você deseja conhecer um pouco mais a fundo sobre as Doutrinas de nossa Igreja leiam o Livro Nisto Cremos.

     

     

     

    1. As Escrituras Sagradas

    As Escrituras Sagradas, o Antigo e o Novo Testamentos, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo. (II Pedro 1:20 e 21; II Tim. 3:16 e 17; Sal. 119:105; Prov. 30:5 e 6; Isa. 8:20; João 10:35; 17:17; I Tess. 2:13; Heb. 4:12).

    2. A Trindade

    Há um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo, e sempre presente. (Deut. 6:4; 29:29; Mat. 28:19; II Cor. 13:13; Efés. 4:4-6; I Pedro 1:2; I Tim. 1:17; Apoc. 14:6 e 7).

     

  • Eventos da Igreja de Philadelphia

Tempo

Weather for Philadelphia
Fair Partly Cloudy / Wind Mostly Sunny / Wind Partly Cloudy Sunny
84F 88F 78F 76F 80F
Ter Qua Qui Sex Sáb

veja a Rota até nós!

Coloque o seu endereço abaixo e nós iremos fornecer a rota para você chegar até nós



Seguir os Dez Mandamentos não mata ninguém… (2 Coríntios 3:7) – Parte 1

Avaliação do Usuário: / 0
PiorMelhor 

Sáb, 05 de Junho de 2010 15:58

Escrito por itamar

Avaliação do Usuário: / 0
PiorMelhor 

 Artigo extraido do Site do Professor Leandro Quadros, que pode ser acessado através desse Link ----> www.namiradaverdade.com.br

Seguir os Dez Mandamentos não mata ninguém… (2 Coríntios 3:7) – Parte 1

Veja o que escreveu um internauta aqui nesse blog, a respeito do artigo “Os Sábados de Colossenses 2:16” (Partes 1, 2, 3 e 4 – primeiro link:
http://www.novotempo.org.br/namiradaverdade/index.php?s=colossenses&paged=2):

“… Concordo que “xeipoypafov” não tenha o significado de “lei”… Mas como traduzir ou interpretar 2 Coríntios 3:7, onde diz que “se o ministério de MORTE GRAVADO COM LETRAS EM PEDRA, tornou-se em glória, de forma que os filhos de Israel não podiam contemplar a face de Moisés por causa da glória do seu rosto, que já estava se acabando…”? (Grifos acrescentados).

“Paulo chama de ministério de morte as letras gravadas em pedras, letras essas que só temos relatado no velho testamento, conhecido também como os 10 mandamentos, ou como você preferir lei moral.

“Sei que você não vai me responder mesmo, deixo essa para o senhor resolver.
Confesso que gostaria muito em ver o senhor responder tal pergunta.
Paz do Senhor Jesus, o nosso único descanso espiritual, independente de dia (Mt. 11.28-30).”

Esse é o desafio do internauta Jean Patrik. Primeiramente fico feliz em ver que o amigo entende que Colossenses 2:14 não se refere à Lei. Isso é indício de que estuda a Bíblia e busca a verdade.

A seguir, responderei conforme os tópicos que apresentou. Aguardarei suas considerações.

“COMO TRADUZIR 2 CORÍNTIOS 3:7?”

Mais que traduzido, o texto precisa ser corretamente interpretado.

Se a Lei de Deus é o “ministério da morte”, então o Criador é um assassino, pois, Ele nos pede obediência (João 14:15). Agora, se o ministério da morte for visto como a forma como a Lei era aplicada aí sim as coisas ficam fáceis de entender. Não devemos nos esquecer que no contexto da carta aos Coríntios “O propósito do apóstolo era refutar aos seus adversários judaizantes de Corinto [... 2 Coríntios 11:22] cujo ministério era da “letra” e não do “espírito”.” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 847). Os judaizantes que questionavam o ministério de Paulo haviam pervertido a compreensão correta da Lei e, por isso, a forma como eles ministravam os ensinamentos de Deus se tornou um fardo.

Também é importante lembrarmos que Paulo destaca nesse verso uma das funções da Lei: mostrar que somos pecadores (ler Romanos 3:20). Ela é chamada de “ministério da morte” por que mostra a nossa condição pecaminosa e, ao mesmo tempo, nos condena à morte eterna como punição (Romanos 6:23; ler 2 Coríntios 3:9). Por cauã dos Dez Mandamentos sentimos a necessidade de um Salvador e consequentemente vamos a Ele para sermos salvos (por Ele).

Portanto, Paulo está argumentando o seguinte em 2 Coríntios 3:7: “A Lei não é o meio de salvação, assim como pensam os judaizantes. Ela mostra nossa condição miserável para recorrermos a Jesus. Ela não tem função salvífica. Precisa ser obedecida com a ajuda do Espírito Santo (verso 6) por que é Ele quem a escreve no coração do ser humano (Hebreus 8:10)”. Longe de ser o caminho da salvação (Efésios 2:8, 9) a Lei é o resultado de um coração transformado pela graça de Jesus (Efésios 2:10; Tito 3:7-8). Paulo não está abolindo a Lei (mesmo porque Jesus não deu autoridade para ser humano algum fazer isso – ver Mateus 5:17-19), mas, colocando-a no seu devido lugar. Se não fosse esse propósito do apóstolo, 1 Timóteo 1:8 perderia o sentido:

“Sabemos, porém, que a lei é boa, se alguém dela se utiliza de modo legítimo” 1 Timóteo 1:8.

A Lei de Deus existente em toda a Sua Palavra é considerada “santa, justa e boa” (Romanos 7:12). Não cremos que Paulo tivesse “dupla personalidade” ao ponto de afirmar que o mandamento “santo, justo e bom” seja “o ministério da morte” quando observado da maneira correta.

Por que ele afirmaria que a Lei é boa e pode ser seguida de forma legítima se a mesma não mais vigora depois da morte de Cristo? Analisem isso todos os sinceros filhos de Deus que acessam esse blog.

Paulo incentiva em suas cartas uma obediência interna, pelo Espírito (2 Coríntios 3:6). Afinal, não existe desobediência pelo Espírito em Romanos 8. Quem ler esse capítulo e continuar crendo na ideia horrorosa de que a Lei foi abolida, terá de dar contas a Deus, pois, mesmo obedecendo a Deus com a ajuda do Espírito Santo, o texto é claro em afirmar que, os que não estão em harmonia com a Lei de Deus, O desagradam:

“Porque as pessoas que vivem de acordo com a natureza humana têm a sua mente controlada por essa mesma natureza. Mas as que vivem de acordo com o Espírito de Deus têm a sua mente controlada pelo Espírito. As pessoas que têm a mente controlada pela natureza humana acabarão morrendo espiritualmente; mas as que têm a mente controlada pelo Espírito de Deus terão a vida eterna e a paz. Por isso as pessoas que têm a mente controlada pela natureza humana se tornam inimigas de Deus, pois não obedecem à lei de Deus e, de fato, não podem obedecer a ela. As pessoas que vivem de acordo com a sua natureza humana não podem agradar a Deus.” Romanos 8:5-8 (Nova Tradução Na Linguagem de Hoje)

Deixar de lado a Lei é “viver de acordo com a natureza humana” o que trará morte espiritual. Viver no Espírito é, pela graça de Deus, obedecê-Lo (lembrando que a santificação é um processo que leva a vida toda). Como a tese antinomista (de que a lei foi abolida) pode resistir a tal argumento do apóstolo Paulo?

Comentar


Código de segurança
Atualizar

mod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_counter
mod_vvisit_counterHoje0
mod_vvisit_counterOntem178
mod_vvisit_counterEssa Semana264
mod_vvisit_counterÚltima semana700
mod_vvisit_counterEsse mês647
mod_vvisit_counterúltimo mês3412
mod_vvisit_counterTodos os dias12685

We have: 1 guests online
Seu IP: 38.107.191.91
 , 
Hoje: Set 08, 2010

Quem está Online

None